














Band on the Run
Venus and Mars





Tug of War
"Wings" é mais um capítulo da genialidade do maior artista vivo da atualidade.
Ingresso do show
Depois de 4 horas na fila antes dos portões abrirem mais 4 horas na arquibancada (azul) as luzes do estádio se apagaram e o coração acelerou.
Graziela, eu e Manu.
Confesso que fiquei meio decepcionado com o vídeo que passou nos telões antes do início do show... explicando: Nos shows de 1990 e 1993 antes de Paul subir ao palco também eram exibidos alguns vídeos nos telões, mas ao contrário de 2010 os vídeos contavam a história cronológica de Paul acompanhado de uma massa sonora com sucessos desde os primórdios dos Beatles até aparecer em letras garrafais a palavra “NOW” e ele entrava no palco... esse início já era de desidratar de tanto chorar.
Neste ano os vídeos eram legais, cheios de tecnologia e tal, mas sem nenhuma emoção.
Na arquibancada. Horas de espera que valeram cada centavo.
Mas a compensação veio no show que como eu já previa foi o melhor de todos.
Venus and Mars, Rock Show e Jet numa porrada só já foi pra deixar qualquer Beatle/Wings/McCartney maníaco de joelhos e começou por aí.
Além de um repertório impecável a banda atual é como Sir Paul mesmo disse: “fantástica”. Começando pelo tecladista Paul Wix que está com McCartney há 21 anos, os guitarristas Brian Ray e Rusty Anderson, totalmente integrados ao estilo McCartney e o grande Abe Laboriel Jr. que além de um excepcional baterista é uma figuraça.
Nessa tour “Up and Coming”, além das conhecidas canções dos Beatles e carreira solo Paul está tocando algumas perolas do Wings que pouca gente conhece. Foi maravilhoso ouvir ao vivo “Letting go”, “Let me roll it”, “Let ‘em in”, “Band on the Run” e a linda “Nineteen Hundred and eighty five”.
Outra coisa que me chamou a atenção foi a vitalidade de Sir Paul aos 68 anos. O cara parece um moleque e mesmo depois de 3 horas de show ele estava inteiro e bem humorado, parecendo estar pronto para mais duas ou três horas de show. Tão pilhado que na saída chegou a tomar um tombo “daqueles” tropeçando em uma caixa de retorno.

Foi uma noite perfeita em que não bastasse estar em frente ao maior ídolo da minha vida, muito bem acompanhado pela minha esposa Manuela, irmã Graziela e o beatle-amigo Paulo Back e sua excelentíssima Silvia, ainda apareceu uma bela lua cheia para brindar com Sir Paul.
Hoje com a sensação de alma lavada e ainda sentindo a emoção de momentos tão fortes já me pergunto: Será que terei a chance de ver Paul McCartney novamente ?
Espero que ele continue com essa saúde de ferro, produzindo, emocionando e proporcionando a nós fãs esses momentos mágicos.
GOD BLESS YOU PAUL. HOPE TO SEE YOU AGAIN.
Como um beatlemaníaco assumido, também tenho orgulho de fazer parte do recorde de público na vida de Paul McCartney, 184 mil pessoas naquele dia 21 de abril de 1990 no Maracanã.
Em 1993 nos shows de São Paulo (03 de dezembro) e Curitiba (05 de dezembro) lá fui eu novamente. Peguei um busão pra Sampa e lá me encontrei com uma galera do fã clube “Revilution”. Eles, por intermédio e iniciativa do Marco Antonio Malagoli (presidente do fã clube e o cara que conheceu os 4 Beatles) presentearam o Paul com um baixo todo assinado pela galera, e lá foi a minha assinatura junto. Se ele recebeu o baixo, nunca saberei.
Rubber soul
Revolver
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
White Album
Yellow Submarine
Magical Mistery Tour
Abbey Road
Totalmente rodado em alta definição por 15 câmeras de última geração – além de mais 75 flipcams distribuídas para fãs na platéia – “Good Evening New York” abre com a deliciosa e contagiante melodia de “Drive My Car”. É claro que o espetáculo traz diversas canções clássicas dos Beatles (“Let It Be”, "Hey Jude", "Day Tripper", "Yesterday", "Helter Skelter"), mas McCartney vai além e revisita outros torpedos sonoros de seus mais de quarenta anos de carreira. De sua época à frente da banda Wings, vêm faixas como “Jet”, "Let Me Roll It", "Band on the Run" e até “Live and Let Die”, música-tema do filme “Com 007 Viva e Deixe Morrer”. E de sua trajetória como artista solo, ele pinçou pérolas como "Calico Skies", “Flaming Pie” e as recentes “Only Mama Knows” e "Dance Tonight", entre outras.
