terça-feira, 30 de novembro de 2010

Wings

A carreira de Paul McCartney é muito conhecida pelo trabalho com os Beatles e também pela carreira solo, mas poucos já ouviram falar em "Wings", banda que ele formou logo após o fim dos Beatles.


Após seu segundo álbum solo, "Ram", em 1971, o ex-Beatle Paul McCartney e sua esposa, Linda, decidiram formar uma banda. Paul chamou Denny Laine, ex-guitarrista do “The Moody Blues” e o baterista Denny Seiwell para formar o Wings. A banda lançou seu primeiro álbum, “Wild Life”em dezembro de 1971.

Wild Life

Wild Life foi recebido com críticas negativas e foi um relativo fracasso de vendas. Logo após McCartney chamou o guitarrista Henry McCullough, ex-"Grease Band" e passaram o ano de 1972 gravando. Lançaram três singles - a canção de protesto "Give Ireland Back to the Irish", (banida da BBC por seu conteúdo político) "Mary Had a Little Lamb" e "Hi Hi Hi" (também negada pela BBC, desta vez por conter uma possível conotação sexual).
O segundo album da banda “Red Rose Speedway”lançado em maio de 1973.
Red rose Speedway

O album, enquanto recebeu duras críticas na Inglaterra, atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos com “My Love”. "My Love" foi a segunda música escrita por Paul McCartney a atingir o primeiro lugar nos EUA após a separação dos Beatles (a primeira foi "Uncle Albert" do álbum “Ram”). Mais tarde, em 1973, Wings embarcou em sua primeira turnê britânica e ao final da turnê McCullough e Seiwell deixaram a banda. Antes disso, o tema de McCartney para o filme de James Bond “Viva e Deixe Morrer” se tornou um hit no Top Ten nos EUA e Reino Unido. Paul, Linda e Denny resolveram gravar um novo álbum em um lugar mais exótico e a Nigéria foi o lugar escolhido.
Lançado no final de 1973, “Band on the Run” foi o álbum mais premiado de McCartney e seu maior sucesso, passando quatro semanas no topo das paradas dos EUA.

Band on the Run

Após o sucesso de Band on the Run, Paul McCartney formou uma nova versão do Wings, com o guitarrista Jimmy McCulloch e o baterista Geoff Britton. A nova formação foi apresentada em 1974 com o single britânico "Junior's Farm" e o álbum de 1975 “Venus and Mars”.

Venus and Mars

Wings at the Speed of Sound

“Wings at the Speed of Sound” de 1976 com nova formação, agora com o baterista Joe English foi o primeiro album do Wings a apresentar composições de outros membros da banda. O álbum se tornou um sucesso monstro com base em duas canções de McCartney, "Silly Love Songs" e "Let 'Em In". Wings promoveu o álbum com sua primeira turnê internacional, que quebrou recordes de público e muitos momentos foram gravados e transformados em um álbum triplo ao vivo “Wings Over America” (1976).
Wings Over America
Após a turnê completada, o Wings deu uma parada durante 1977. McCartney lançou uma versão instrumental de Ram, sob o nome Thrillington e produziu o álbum solo de Laine,”Holly Days”. Mais tarde naquele ano, o Wings lançou "Mull of Kintyre", que se tornou o mais vendido single britânico de todos os tempos (na época de seu lançamento), vendendo mais de dois milhões de cópias. Em 1978 foi lançado “London Town”,que se tornou um outro disco de platina.
London Town
Durante as gravações, Joe English deixou a banda seguido por McCulloch que juntou-se ao re-formado "Small Faces". Mais uma vez o album foi terminado por Paul, Linda e Danny.
Em 1979 o Wings lançou “Back To The Egg” e para a nova formação Paul McCartney chamou o guitarrista Laurence Juber e o baterista Steve Holly.
Back to the Egg
Embora tenha sido disco de platina, não conseguiu produzir qualquer grandes sucessos. No início de 1980, McCartney foi preso por porte de maconha, no início de uma turnê no Japão, ele ficou preso por dez dias.
Em 1980 o Wings embarcou em uma turnê britânica, antes de Paul gravar “McCartney II”,
que seria sua volta definitiva para a carreira solo.
McCartney II
No ano seguinte, Laine deixou a banda pois Paul não queria fazer turnê após o assassinato de John Lennon. Com isso o Wings se desfez definitivamente.
Paul McCartney entrou em estúdio no final daquele ano com o produtor George Martin para gravar seu álbum de 1982, “Tug of War”.

Tug of War

"Wings" é mais um capítulo da genialidade do maior artista vivo da atualidade.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Macca em Sampa, o grande dia chegou.

Depois de 17 anos de espera o dia mais esperado do ano, 21 de novembro chegou.
Já tinha passado a semana toda ouvindo as músicas que Paul havia tocado em Porto Alegre pra entrar no clima (como se fosse preciso). Peguei o avião de manhã e já no aeroporto comprei a “Rolling Stone” que trazia uma grande entrevista com Sir Paul.

Ingresso do show

Depois de 4 horas na fila antes dos portões abrirem mais 4 horas na arquibancada (azul) as luzes do estádio se apagaram e o coração acelerou.

Graziela, eu e Manu.

Confesso que fiquei meio decepcionado com o vídeo que passou nos telões antes do início do show... explicando: Nos shows de 1990 e 1993 antes de Paul subir ao palco também eram exibidos alguns vídeos nos telões, mas ao contrário de 2010 os vídeos contavam a história cronológica de Paul acompanhado de uma massa sonora com sucessos desde os primórdios dos Beatles até aparecer em letras garrafais a palavra “NOW” e ele entrava no palco... esse início já era de desidratar de tanto chorar.
Neste ano os vídeos eram legais, cheios de tecnologia e tal, mas sem nenhuma emoção.

Na arquibancada. Horas de espera que valeram cada centavo.

Mas a compensação veio no show que como eu já previa foi o melhor de todos.
Venus and Mars, Rock Show e Jet numa porrada só já foi pra deixar qualquer Beatle/Wings/McCartney maníaco de joelhos e começou por aí.
Além de um repertório impecável a banda atual é como Sir Paul mesmo disse: “fantástica”. Começando pelo tecladista Paul Wix que está com McCartney há 21 anos, os guitarristas Brian Ray e Rusty Anderson, totalmente integrados ao estilo McCartney e o grande Abe Laboriel Jr. que além de um excepcional baterista é uma figuraça.
Nessa tour “Up and Coming”, além das conhecidas canções dos Beatles e carreira solo Paul está tocando algumas perolas do Wings que pouca gente conhece. Foi maravilhoso ouvir ao vivo “Letting go”, “Let me roll it”, “Let ‘em in”, “Band on the Run” e a linda “Nineteen Hundred and eighty five”.

Outra coisa que me chamou a atenção foi a vitalidade de Sir Paul aos 68 anos. O cara parece um moleque e mesmo depois de 3 horas de show ele estava inteiro e bem humorado, parecendo estar pronto para mais duas ou três horas de show. Tão pilhado que na saída chegou a tomar um tombo “daqueles” tropeçando em uma caixa de retorno.


Foi uma noite perfeita em que não bastasse estar em frente ao maior ídolo da minha vida, muito bem acompanhado pela minha esposa Manuela, irmã Graziela e o beatle-amigo Paulo Back e sua excelentíssima Silvia, ainda apareceu uma bela lua cheia para brindar com Sir Paul.

Hoje com a sensação de alma lavada e ainda sentindo a emoção de momentos tão fortes já me pergunto: Será que terei a chance de ver Paul McCartney novamente ?
Espero que ele continue com essa saúde de ferro, produzindo, emocionando e proporcionando a nós fãs esses momentos mágicos.

GOD BLESS YOU PAUL. HOPE TO SEE YOU AGAIN.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Up and Coming Tour.

Depois de 17 anos de espera, muitas informações desencontradas, especulações sem sentido eu já não acreditava mais, tanto que escrevi um post aqui em junho lamentando não ver mais Paul McCartney ao vivo. Mas o sonho não acabou e ele está de volta.
Já me sinto um privilegiado por ter assistido todos os quatro shows que Sir Paul fez no Brasil em 1990 e 1993. Foi mágico, maravilhoso, emocionante. Era a realização de um sonho ter um Beatle há poucos metros de mim.
Em 1990 nos shows do Rio os portões abriam as 17:00 hs e eu fui para o estádio as 09:00 hs. Na época não havia essa palhaçada de área vip, o ingresso era único, ou seja você comprava o ingresso e tinha acesso livre a qualquer lugar do estádio então consegui ficar no “gargarejo” em todos os shows.
No dia 19 de abril de 1990 o primeiro show do Rio, ao final de uma música, Paul pegou uma toalha, secou o rosto e jogou a toalha pra galera, a toalha caiu na área dos seguranças e um dos seguranças pegou a toalha do chão e jogou. Choveu muito nesta noite e a toalha caiu bem perto de mim e consegui (junto com mais uns 10 caras) pegar a toalha. Naquele momento todos sabiam que aquela toalha não poderia sair dali inteira então rasgamos ela em pedaços e eu trouxe pra casa meu premio, haha. Esse retalho ficou guardado por muitos anos, mas acabou se perdendo. Hoje, além da memória daqueles shows maravilhosos guardo a sete chaves os ingressos (cartões magnéticos).
Como um beatlemaníaco assumido, também tenho orgulho de fazer parte do recorde de público na vida de Paul McCartney, 184 mil pessoas naquele dia 21 de abril de 1990 no Maracanã.
Em 1993 nos shows de São Paulo (03 de dezembro) e Curitiba (05 de dezembro) lá fui eu novamente. Peguei um busão pra Sampa e lá me encontrei com uma galera do fã clube “Revilution”. Eles, por intermédio e iniciativa do Marco Antonio Malagoli (presidente do fã clube e o cara que conheceu os 4 Beatles) presentearam o Paul com um baixo todo assinado pela galera, e lá foi a minha assinatura junto. Se ele recebeu o baixo, nunca saberei.
De Sampa para para Curitiba na excursão do fã clube, inevitável, ouvindo e cantando Beatles a viagem toda.
Mais uma vez shows impecáveis, emoção a flor da pele.

2010, mais três shows e infelizmente desta vez não poderei ir a todos, mas no dia 21 estarei em São Paulo esperando o 5° e melhor show de todos que já vi do Paul.
Apesar dos 67 anos, Sir Paul McCartney continua sendo meu maior ídolo e nesta tour ele reuniu uma banda fantástica, na minha opinião muito melhor do que as de 90 e 93.
O setlist desta vez promete ser ainda mais recheado com muita coisa da época dos Beatles e também da era Wings, que eu particularmente adoro.

Up and Coming Tour, He’s Coming, I’m Up.
Abaixo "Let 'em in" um dos clássicos de Paul McCartney na era Wings do album
"Wings at the speed of sound"

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Paul is Dead

Em 1969, depois do lançamento do álbum Abbey Road, um disk joquei analisando a capa do album e inspirado também no sumiço de Paul após o lançamento do album, (Paul estava ocupado, isolado na Escócia gravando seu primeiro disco solo “McCartney”) deu início a uma história fantástica que acabou se tornando uma das maiores lendas do rock de todos os tempos, a possível morte de Paul McCartney.

A história dizia que Paul teria morrido num acidente de carro em meados de 1966 e substituido por um sósia chamado Billy Shears. Apesar de ser segredo, os Beatles teriam escondido pistas da morte de Paul em algumas letras de musicas e também em capas e encartes dos albuns que se seguiram a partir de 1966. De fato, nessa epoca Paul sofreu um acidente de moto, mas o máximo que lhe aconteceu foi um corte no lábio superior no qual carrega até hoje uma cicatriz.

As pistas são muitas e aqui vão algumas das mais interessantes:

Rubber soul
- Na capa do álbum, Os Beatles olham para baixo como se observassem uma sepultura, a suposta sepultura de Paul McCartney. Além disso a fotografia da capa foi distorcida para que não se notasse que Paul havia sido substituído.
- Na letra de “I'm Looking through You” - "You don't look different but you have changed, I'm looking through you, you're not the same... (“Você não parece diferente, mas você mudou, eu olho através de você, você não é mais o mesmo”) e “the only difference is you're down there” ("A única diferença é você estar embaixo") se refere ao fato de o verdadeiro Paul estar enterrado.
- Na letra de “In My Life” - "some are dead and some are living". ("Alguns estão mortos e alguns estão vivos”) é uma referência aos Beatles não estarem mais juntos.

Revolver
- Na capa do álbum Revolver ao invés de uma foto dos Beatles, pela primeira vez foi feito um desenho para evitar que o sósia fosse desmascarado pela foto.
- Na gravura da capa há uma mão aberta sobre a cabeça de Paul. Uma mão aberta sobre a cabeça é uma maneira de abençoar as pessoas que morrem. Isto se repetiria nos álbuns Sgt. Peppers e Yellow submarine.
- A música Taxman (cobrador) seria na realidade sobre um “Taxidermist” (taxidermista) pessoa que empalha animais mortos e os faz parecer vivos. Na letra há referências ao suposto acidente de Paul - "if you drive a car", ("se você dirige um carro") e ao fato de Paul estar morto - "if you get too cold", ("se você ficar frio"). A melhor pista é "my advice to those who die - taxman.." ou seja ("meu conselho para aqueles que morrem, um taxidermista").
- Em Eleanor Rigby, Father McKenzie seria na realidade Father McCartney. Na letra consta "Father McKenzie wiping the dirt from his hands as he walks from the grave" ("padre McKenzie (Paul McCartney) limpando a sujeira de suas mãos após sair (voltar) do túmulo").
- Na letra de “She Said She Said” - "she said I know what it's like to be dead" ("ela disse que eu sabia como é estar morto").
- “Dr. Robert” teria sido o médico responsável por tentar salvar Paul. Na letra - "you're a new and better man" ("você é um homem novo e melhor") se referindo ao novo Paul e "He does everything he can, Dr. Robert" ("Dr. Robert faz tudo o que pode fazer") se refere ao fato de Dr. Robert ter feito todo o possível para tentar salvar Paul.

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
- A capa do álbum se parece com um funeral cheio de flores com todas aquelas pessoas olhando. Um dos arranjos de flores forma o desenho de um baixo Hofner semelhante ao que Paul tocava.
- No arranjo de flores onde se lê Beatles percebe-se ao lado do “s” um outro pequeno arranjo parecido com a letra “o”. Sugeria-se então ler "Be At Leso" ou "Fique em Leso". Paul teria sido enterrado na ilha de Leso (Indonésia).
- Sobre a cabeça de Paul há novamente uma mão aberta.
- No lado direito da capa vê-se uma boneca e em seu vestido está escrito “Welcome the Rolling Stones”, isso significaria que os Beatles estavam acabando e os Rolling Stones tomariam seu lugar.
- Na foto da contracapa todos os Beatles estão de frente, com exceção de Paul que está de costas.
- Em uma foto do encarte Paul tem no braço uma insígnia onde está escrito OPD é sigla para "Officially Pronounced Dead" ou "Oficialmente Considerado Morto".
- Na foto da bateria se você colocar um espelho horizontalmente cortando a frase "Lonely Hearts" e olhar a combinação da parte de cima das letras com o reflexo surge a frase "one he die" se referindo à morte de um dos Beatles.
- Na letra de Sgt. Pepper's Lonely hearts Club Band - "so let me introduce to you the one and only Billy Shears" ("deixem-me apresentar o primeiro e único Billy Shears"). (o sósia que teria substituído Paul)
- Em Good Morning, Good Morning - "nothing to do to save his life" ("nada pode ser feito para salvar sua vida"). "People running around it's 5 o'clock.." ("Pessoas andando em volta às 5 da manhã”) (a hora do suposto acidente de Paul)".
- Em “A Day In The Life” - "He blew his mind out in a car, he didn't notice that the lights had changed" ("ele estourou sua cabeça no carro, ele não notou que o semáforo havia mudado"). "A crowd of people stood and stared they'd seen his face before, nobody was really sure if he was…" ("Uma multidão de pessoas parou e assistiu, eles haviam visto seu rosto antes, ninguém tinha certeza se ele era…").

White Album
- Em uma foto Paul em uma banheira, com a cabeça para fora da água dando a impressão de estar morto.
- Em outra pequena foto Paul aparece entrando em um trem ou em um ônibus e duas mãos "fantasmagóricas" o empurrando podem ser vistas atrás dele.
- Nas fotos em close dos 4 integrantes a do suposto Billy Shears revela a cicatriz da cirurgia plástica para aperfeiçoar sua semelhança com Paul.


Yellow Submarine
- Na capa aparece novamente uma mão aberta sobre a cabeça de Paul.
- O submarino na capa se assemelha a um caixão enterrado sobre a montanha.





Magical Mistery Tour
- Na musica "I Am the Walrus" John Lennon diz ser a criatura (morsa) e se ele diz quem somos nós para dizer o contrário. Mais tarde no Álbum Branco, na música Glass Onion ele diz: "and here´s another clue for you all...the walrus was Paul..." (“e aqui está outra dica pra vocês... a morsa era o Paul).
Curiosidade: Em 1987 no clipe de George Harrison da música "When We Was Fab", onde Ringo Starr participa, em determinado momento aparecem George na guitarra, Ringo na bateria e o "Walrus" (canhoto) tocando seu baixo Rickenbacker!
- No encarte que vinha junto com o disco em sua versão original havia uma foto dos Beatles cada um com um cravo na lapela. Todos tinham cravos vermelhos, menos Paul, que usava um cravo preto.
- Ainda no encarte em todas as fotos Paul está descalço (outra referencia aos mortos que são enterrados descalços).
- Na foto central do encarte, no bumbo da bateria de Ringo está escrito "Love 3 Beatles" lembrando que os Beatles agora são apenas 3.
- Em um desenho dos Beatles no interior do encarte, Paul aparece com o gorro cobrindo parcialmente seus olhos e no mesmo desenho uma poeira de estrelas rodeia os quatro e forma uma espécie de auréola sobre a cabeça de Paul.
- Em Strawberry Fields Forever você ouve ao final da música uma voz dizer "I Buried Paul" (eu enterrei Paul).

Abbey Road
- Na capa com os Beatles atravessando a rua Paul está com o passo trocado em relação aos outros, segura o cigarro na mão direita (Paul é canhoto) e está descalço (os mortos são enterrados descalços). - Lennon de branco representaria a frente do cortejo fúnebre, Ringo e George estariam carregando o caixão com Paul ao centro (morto).
- Um fusca branco estacionado na rua tem a placa 28IF lembrando que Paul teria 28 anos se (if) estivesse vivo.
- No outro lado da rua vê-se estacionado um furgão preto (carro funerário).
- Na letra de Come Together "one and one and one is three" ("um mais um mais um são três") faria referencia aos três Beatles restantes.
- Na contracapa, ao lado direito da palavra Beatles aparece a imagem de uma caveira feita de luzes e sombras.

Brincadeira, loucura, viagem ou puro marketing, essa história já sobrevive há 44 anos e ainda intriga e diverte não só os beatlemaniacos, mas qualquer um que se interesse pela rica história de um dos maiores ícones pop do século XX.

Agora corra e pegue seus CDs (ou vinis) dos Beatles. Além do prazer em ouvir a maior banda de todos os tempos, aproveite e procure as pistas nas letras, capas e encartes.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Good Evening New York

O local não poderia ser mais adequado: o recém-inaugurado Citi Field, bem ao lado do Shea Stadium, onde os Beatles fizeram apresentações memoráveis na década de 60. Em julho de 2009, o cantor Paul McCartney entrou para a história ao se tornar o primeiro artista ao subir no palco do espaço de shows.
Mas ele ainda fez mais do que isso: ao registrar estas três noites em Nova York para lançamento em vídeo, o ex-Beatle conquistou audiência e críticos quase que unânime no que chegou a ser chamado de “o show de uma vida”. Para a revista especializada Q Magazine, esta foi a apresentação na qual McCartney provou de uma vez por todas que está com as baterias 100% recarregadas. Na segunda-feira, dia 5 de julho, a partir das 20h30, os espectadores da TNT vão ter a chance de conferir o explosivo repertório da apresentação batizada de “Good Evening New York”.
Totalmente rodado em alta definição por 15 câmeras de última geração – além de mais 75 flipcams distribuídas para fãs na platéia – “Good Evening New York” abre com a deliciosa e contagiante melodia de “Drive My Car”. É claro que o espetáculo traz diversas canções clássicas dos Beatles (“Let It Be”, "Hey Jude", "Day Tripper", "Yesterday", "Helter Skelter"), mas McCartney vai além e revisita outros torpedos sonoros de seus mais de quarenta anos de carreira. De sua época à frente da banda Wings, vêm faixas como “Jet”, "Let Me Roll It", "Band on the Run" e até “Live and Let Die”, música-tema do filme “Com 007 Viva e Deixe Morrer”. E de sua trajetória como artista solo, ele pinçou pérolas como "Calico Skies", “Flaming Pie” e as recentes “Only Mama Knows” e "Dance Tonight", entre outras.
O show “Good Evening New York City” de Paul McCartney vai ao ar pela TNT na segunda-feira, dia 5 de julho, às 20h30 – com reapresentações no sábado, dia 10, às 18h10; na madrugada de terça-feira para quarta-feira, dia 13/14, à 0h20; no domingo, dia 18, às 18h30; e na madrugada de sexta-feira para sábado, dia 23/24, à 0h10.



Fonte: http://whiplash.net/materias/news_862/110622-paulmccartney.html

terça-feira, 22 de junho de 2010

Rock Circus

Para os fãs do Rock e do Pop mundial o Rock Circus é um endereço que não pode ficar de fora para quem visita Londres. O Museu de cera Rock Circus faz parte do “Madam Tussauds” e fica no London Pavilion (Uma curiosidade para os beatlemaníacos de plantão é que foi no London Pavilion, onde os Beatles apareceram juntos pela última vez em 1968 durante o lançamento do filme “Yellow Submarine) bem no centro de Londres no famoso Picadilly Circus.
Além de astros da música como Madonna, Elvis, Beatles, Sting, Bono, Bob Marley, The Jacksons, Aretha Franklin e muito mais, há também espaços reservados para astros dos esportes, política e cinema, bom para quem não tiver tempo de ir ao Museu oficial Madam Tussauds, que fica no outro lado da cidade.
No Rock Circus não há uma calçada da fama, mas sim o que eles chamam de “Wall of hands” com as marcas originais das mãos de vários ídolos do rock ali representados por seus bonecos de cera. A entrada fica em torno dos R$ 25,00

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quem não deve não teme.

Mesmo depois de fazer parte de uma duvidosa lista das piores músicas do século XX, "Ob-la-di-ob-la-da" volta ao repertório de Paul McCartney em sua atual tour. Resta saber se as pessoas que fizeram esta lista conhecem pérolas como alguns funks cariocas, algum pagode do Exaltasamba ou até mesmo um "sertanojo" do Leonardo. Certamente não haveria espaço para "Ob-la-di-ob-la-da" nesta lista. É só acompanhar o vídeo para perceber que ela continua sendo aplaudida por todo o mundo onde Sir Paul a toca.




terça-feira, 8 de junho de 2010

Sonho de consumo.

Hofner 5001 Vintage 62
Para os beatlemaníacos principalmente os baixistas, o Hofner que ficou famoso nas mãos de Paul MCartney sempre foi um sonho de consumo. Conheço um destes beatlemaníacos que apesar de não tocar nada sonhava em comprar um Hofner, só pra pendurar na parede da sala, como um quadro. Realmente o baixo é lindo.
Para quem sonha em ter um Hofner Beatle Bass (Original alemão), mas não quer gastar em torno de U$ 2.500,00 pra isso, agora existe uma saída, o Hofner Icon Series.
Hofner Icon Series
Antes de qualquer coisa é bom ressaltar que os Hofner V62, V63, Deluxe, e baixos Cavern são produzidos artesanalmente na Alemanha pela Hofner e o Icon Series é totalmente produzida na China.
Os hardwares, ponte, captadores, potenciômetros, etc... do Icon são igualmente produzidos na China ou Korea, não tendo nada do Hofner alemão. Já a aparência é praticamente igual aos alemães, com poucas diferenças quase imperceptíveis para os menos avisados.
A grande diferença fica por conta do preço, que dos originais fica em torno dos U$ 2.500,00 e o Icon pode ser encontrado por U$ 440,00 uma relação custo-benefício que deve ser levada em consideração, já que o som dos Hofners originais não chega a impressionar para quem está acostumado com o som dos baixos mais modernos.
A magia em torno do Hofner é tanta que várias fábricas têm produzido cópias bem parecidas e algumas podem ser encontradas no Brasil.

Jay Turser Violin

Condor VB 40

Epiphone Viola Bass

E aqui o Hofner em ação nas mãos de Sir Paul McCartney

sábado, 5 de junho de 2010

Saindo do forno



A banda THE HEADCUTTERS de Itajaí – SC, é considerada uma das mais renomadas bandas de Blues do Brasil. Com o timbre e a sonoridade dos anos 40 e 50, segue a linha das lendárias gravadoras de Blues de Chicago daquela época.
Com shows contagiantes, muito carisma e performances empolgantes, a banda vem conquistando o público por onde tem passado. Tem como formação Joe Marhofer na harmônica e vocal, Ricardo Maca na guitarra e vocal, Arthur “Catuto” Garcia no contra-baixo acústico e Leandro Cavera na bateria.
Em fevereiro de 2005 a banda lançou seu primeiro CD demo intitulado “The first session”, em novembro de 2005 lançou seu 2º CD chamado “Hard Times”.



Ainda quentinho, saído do forno o novo trabalho do The Headcutters foi gravado de forma analógica em rolo de fita com captação ambiente, dentro do Museu Histórico de Itajaí, feito todo ao vivo e sem overdubs durante três madrugadas.



A produção foi feita pela própria banda e como convidados especiais Fábio Franchini (guitarra), Júnior Polaco (bateria) e Rubão (saxofone) além de Jusario Duarte (sound engineer).

O trabalho é excelente e vale a pena conferir.
Mais informações sobre o The Headcutters no site www.theheadcutters.com

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Raridade



Lançado em 1999 o único CD gravado pela banda Get Back é hoje uma raridade. O CD foi gravado entre Agosto e Outubro de 1999 no VipStudio e Tekne Studio, em Florianópolis. Sob tiragem limitada, foi lançado pelo selo "Trembala". Contendo 14 canções inéditas compostas por Paulo Back e Robson Dias, a inevitável influência dos Beatles era clara em todos os detalhes, principalmente nos arranjos vocais que sempre foram o forte da dupla Back/Dias. Além de Paulo Back e Robson Dias, fazia parte da banda o baterista Marcos Ghiorzi que deixou a banda logo após as gravações.

Set List:

01 - Give Your Love
02 - Cross The Bridge
03 - Witch´s Day
04 - London Dreams
05 - To Get Ya Luv
06 - Moon
07 - Don´t Believe Me
08 - Out Of My Mind
09 - You´d Better Leave
10 - Shadows On The Wall
11 - Strange Behaviour
12 - Right Or Wrong
13 - Come To Me
14 - So Many Times

Mais detalhes no site: http://www.getback.com.br/Get%20Back.htm