Depois de 17 anos de espera, muitas informações desencontradas, especulações sem sentido eu já não acreditava mais, tanto que escrevi um post aqui em junho lamentando não ver mais Paul McCartney ao vivo. Mas o sonho não acabou e ele está de volta.
Já me sinto um privilegiado por ter assistido todos os quatro shows que Sir Paul fez no Brasil em 1990 e 1993. Foi mágico, maravilhoso, emocionante. Era a realização de um sonho ter um Beatle há poucos metros de mim.
Em 1990 nos shows do Rio os portões abriam as 17:00 hs e eu fui para o estádio as 09:00 hs. Na época não havia essa palhaçada de área vip, o ingresso era único, ou seja você comprava o ingresso e tinha acesso livre a qualquer lugar do estádio então consegui ficar no “gargarejo” em todos os shows.
No dia 19 de abril de 1990 o primeiro show do Rio, ao final de uma música, Paul pegou uma toalha, secou o rosto e jogou a toalha pra galera, a toalha caiu na área dos seguranças e um dos seguranças pegou a toalha do chão e jogou. Choveu muito nesta noite e a toalha caiu bem perto de mim e consegui (junto com mais uns 10 caras) pegar a toalha. Naquele momento todos sabiam que aquela toalha não poderia sair dali inteira então rasgamos ela em pedaços e eu trouxe pra casa meu premio, haha. Esse retalho ficou guardado por muitos anos, mas acabou se perdendo. Hoje, além da memória daqueles shows maravilhosos guardo a sete chaves os ingressos (cartões magnéticos).
Já me sinto um privilegiado por ter assistido todos os quatro shows que Sir Paul fez no Brasil em 1990 e 1993. Foi mágico, maravilhoso, emocionante. Era a realização de um sonho ter um Beatle há poucos metros de mim.
Em 1990 nos shows do Rio os portões abriam as 17:00 hs e eu fui para o estádio as 09:00 hs. Na época não havia essa palhaçada de área vip, o ingresso era único, ou seja você comprava o ingresso e tinha acesso livre a qualquer lugar do estádio então consegui ficar no “gargarejo” em todos os shows.
No dia 19 de abril de 1990 o primeiro show do Rio, ao final de uma música, Paul pegou uma toalha, secou o rosto e jogou a toalha pra galera, a toalha caiu na área dos seguranças e um dos seguranças pegou a toalha do chão e jogou. Choveu muito nesta noite e a toalha caiu bem perto de mim e consegui (junto com mais uns 10 caras) pegar a toalha. Naquele momento todos sabiam que aquela toalha não poderia sair dali inteira então rasgamos ela em pedaços e eu trouxe pra casa meu premio, haha. Esse retalho ficou guardado por muitos anos, mas acabou se perdendo. Hoje, além da memória daqueles shows maravilhosos guardo a sete chaves os ingressos (cartões magnéticos).
Como um beatlemaníaco assumido, também tenho orgulho de fazer parte do recorde de público na vida de Paul McCartney, 184 mil pessoas naquele dia 21 de abril de 1990 no Maracanã.
Em 1993 nos shows de São Paulo (03 de dezembro) e Curitiba (05 de dezembro) lá fui eu novamente. Peguei um busão pra Sampa e lá me encontrei com uma galera do fã clube “Revilution”. Eles, por intermédio e iniciativa do Marco Antonio Malagoli (presidente do fã clube e o cara que conheceu os 4 Beatles) presentearam o Paul com um baixo todo assinado pela galera, e lá foi a minha assinatura junto. Se ele recebeu o baixo, nunca saberei.De Sampa para para Curitiba na excursão do fã clube, inevitável, ouvindo e cantando Beatles a viagem toda.
Mais uma vez shows impecáveis, emoção a flor da pele.
2010, mais três shows e infelizmente desta vez não poderei ir a todos, mas no dia 21 estarei em São Paulo esperando o 5° e melhor show de todos que já vi do Paul.
Apesar dos 67 anos, Sir Paul McCartney continua sendo meu maior ídolo e nesta tour ele reuniu uma banda fantástica, na minha opinião muito melhor do que as de 90 e 93.
O setlist desta vez promete ser ainda mais recheado com muita coisa da época dos Beatles e também da era Wings, que eu particularmente adoro.
Up and Coming Tour, He’s Coming, I’m Up.
Abaixo "Let 'em in" um dos clássicos de Paul McCartney na era Wings do album
"Wings at the speed of sound"
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